
Há uma certeza que nos persegue e que está subjacente à nossa vivência ... sabemos que, da mesma forma que nascemos, uma das etapas da vida é o seu terminus.
Vista com veneração e sofrimento por algumas religiões, que inclusivamente desvalorizam a vivência terrena, em função de uma outra vida, real ou idealizada, a ideia da morte é certamente algo que atemoriza uma grande parte das pessoas.
Apesar de reconhecermos a sua existência, tal facto nem sempre nos leva viver de uma forma mais feliz, já que, uma necessária inconsciência prevalece, permitindo-nos experimentar cada dia como se a infinitude nos acompanhasse. Se assim não fosse, recusaríamos arriscar, agir de forma impulsiva ou passaríamos a vida atormentados, já que procuraríamos controlar toda e qualquer situação.
Por outro lado, o mundo poderia ser um lugar melhor, se a consciência desta limitação temporal da vivência humana, nos encaminhasse para a felicidade. Mas, se considerarmos que a nossa felicidade nem sempre coincide com a de outras pessoas significativas…
Acredito que se valorizamos a vida e procuramos tirar dela o máximo partido, podemos encarar este suposto fim, como a confirmação do valor da nossa existência. Afinal, o mais importante é Viver, é Ser!
Thanks Johnny pelos momentos de reflexão... be happy :)